sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
sábado, 17 de novembro de 2012
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
sábado, 6 de outubro de 2012
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
sábado, 29 de setembro de 2012
ECOSPORT NO SALÃO DE PARIS
este que é um carro global e produzido no Brasil ganhando o mundo e o salão de paris.
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
terça-feira, 25 de setembro de 2012
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
domingo, 23 de setembro de 2012
sábado, 15 de setembro de 2012
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
domingo, 19 de agosto de 2012
sábado, 18 de agosto de 2012
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
terça-feira, 14 de agosto de 2012
ECOSPORT DA LAMA AO ASFALTO
PRIMEIRO UMA ESTRADA CHEIA DE LAMA E DEPOIS AS CURVAS DESAFIADORAS DA REGIÃO DA REPRESA DE SALTO SEGREDO
PRIMEIRA PARTE
ESTRADA DA RONDA MUNICÍPIO DE MANGUEIRINHA PARANÁ
SEGUNDA PARTE
ESTRADA SUBINDO A ESTRADA DA REPRESA DE SALTO SEGREDO SENTIDO A MANGUEIRINHA PARANÁ
sábado, 11 de agosto de 2012
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
UOL CARROS TESTA O NOVO ECOSPORT Ford EcoSport renasce em fase global da marca; testamos a versão Freestyle 1.6
- EcoSport Freestyle 1.6: Ford avalia que versão, a quase R$ 60 mil, será a best-seller
As grandes fabricantes de carros instaladas no Brasil já perceberam que não dá mais para brincar de fazer e/ou vender carro ruim por aqui. Algumas entenderam até que existe uma coisa chamada internet, a qual conecta todo mundo a tudo -- inclusive a informações sobre o que essas mesmas fabricantes oferecem em outros países (basicamente, carros melhores). Única marca dos Estados Unidos que atravessou a crise iniciada em 2008 sem ajuda estatal, a Ford pode parecer letárgica porque demora a trazer de fora seus melhores produtos, frutos da estratégia One Ford, de carros globais. Demora, mas traz.
Ou faz. É o caso do EcoSport 2013, nova geração do jipinho que em 2003 inaugurou o segmento dos SUVs (utilitários esporte) compactos, ou seja, carros de passeio robustos, adequados para o dia-a-dia e para o lazer, até com alguma capacidade off-road em versões específicas. O modelo mudou completamente, partindo agora da plataforma compacta global já usada pelo excelente New Fiesta.
Ou faz. É o caso do EcoSport 2013, nova geração do jipinho que em 2003 inaugurou o segmento dos SUVs (utilitários esporte) compactos, ou seja, carros de passeio robustos, adequados para o dia-a-dia e para o lazer, até com alguma capacidade off-road em versões específicas. O modelo mudou completamente, partindo agora da plataforma compacta global já usada pelo excelente New Fiesta.
Veja 80 fotos exclusivas do novo EcoSport
Foto 22 de 80 - Mas o que mais vai ser comentado é mesmo o novo visual do jipinho Mais Murilo Góes/UOL
O EcoSport é o primeiro "carro One Ford" fabricado no Brasil, já que o próprio New Fiesta ainda é importado do México (mas será o segundo, a partir de 2013). O desenvolvimento do jipinho tem DNA verde-amarelo e sua produção (também em China, Índia e Tailândia) atenderá inicialmente a mais de 100 mercados, mas sem entrar nos EUA e boa parte da Europa -- estes são mercados em que a Ford tem produtos mais sofisticados, como o Kuga/Escape.
Ao longo dos anos, aqui no Brasil o Eco foi ganhando rivais que jamais o superaram em vendas: Renault Duster, Hyundai Tucson (depois do ix35), carros com tratamento "adventure" ou "cross", geralmente com suspensões mais elevadas e adereços de esportividade e robustez. Virão outros (Chevrolet Trax/Enjoy, Fiat 500X).
No entanto, o principal concorrente do novo EcoSport (ao menos na opinião da Ford) parece ser ele mesmo, vale dizer, se cair no gosto do público não haverá quem possa com o carro...
Seguem as versões do modelo, com preço, conteúdo e posicionamento no mercado e na gama, de acordo com Oswaldo Ramos, gerente-geral de marketing da Ford:
+ EcoSport S 1.6 -- R$ 53.490
Esta é a versão para quem nunca teve um EcoSport ou qualquer outro carro com preço iniciado em "5". Os principais itens destacados pela Ford são: faróis com LED; parachoques na cor do veiculo; direção elétrica; ar-condicionado analógico; vidros dianteiros, travas e espelhos elétricos; sistema SYNC com bluetooth e comandos de voz; airbag duplo; e freios com ABS (antitravamento).
+ EcoSport SE 1.6 -- R$ 56.490
Versão que encara de frente os (supostos) rivais, buscando roubar clientes de carros "aventureiros" e, claro, do Duster. Além do pacote da S, possui vidro elétrico traseiro; faróis de neblina; rack de teto; e rodas estilizadas.
+ EcoSport Freestyle 1.6 -- R$ 59.990
Esse Eco é para quem tem o velho e quer o novo; clientes antenados, do tipo que troca de smartphone como quem troca de camisa, estão na mira. A versão acrescenta à SE itens visuais de identificação; rodas de liga aro 16"; computador de bordo; sensor de estacionamento; vidros elétricos one-touch com sensor antiesmagamento; fechamento Global; assistente de partida em rampas (HLA); controle eletrônico de estabilidade (ESC); e controle de tração (TCS). Airbags laterais e de cortina e bancos em couro são opcionais.
+ EcoSport Freestyle 2.0 -- R$ 62.490
Mesmo conteúdo, mas com motor maior (e mais antigo).
+ EcoSport Titanium 2.0 -- R$ 70.190
Esta versão é para quem já experimentou um SUV maior e mais caro, mas decidiu (ou pode decidir) que bom mesmo é um SUV compacto cheio de coisinhas modernas. Para justificar o preço, inclui: grade cromada; rodas de liga aro 16" exclusivas; bancos em couro; airbags laterais e de cortina; ar-condicionado digital; sensores nos faróis, de chuva e no retrovisor.
No entanto, o principal concorrente do novo EcoSport (ao menos na opinião da Ford) parece ser ele mesmo, vale dizer, se cair no gosto do público não haverá quem possa com o carro...
Seguem as versões do modelo, com preço, conteúdo e posicionamento no mercado e na gama, de acordo com Oswaldo Ramos, gerente-geral de marketing da Ford:
+ EcoSport S 1.6 -- R$ 53.490
Esta é a versão para quem nunca teve um EcoSport ou qualquer outro carro com preço iniciado em "5". Os principais itens destacados pela Ford são: faróis com LED; parachoques na cor do veiculo; direção elétrica; ar-condicionado analógico; vidros dianteiros, travas e espelhos elétricos; sistema SYNC com bluetooth e comandos de voz; airbag duplo; e freios com ABS (antitravamento).
+ EcoSport SE 1.6 -- R$ 56.490
Versão que encara de frente os (supostos) rivais, buscando roubar clientes de carros "aventureiros" e, claro, do Duster. Além do pacote da S, possui vidro elétrico traseiro; faróis de neblina; rack de teto; e rodas estilizadas.
+ EcoSport Freestyle 1.6 -- R$ 59.990
Esse Eco é para quem tem o velho e quer o novo; clientes antenados, do tipo que troca de smartphone como quem troca de camisa, estão na mira. A versão acrescenta à SE itens visuais de identificação; rodas de liga aro 16"; computador de bordo; sensor de estacionamento; vidros elétricos one-touch com sensor antiesmagamento; fechamento Global; assistente de partida em rampas (HLA); controle eletrônico de estabilidade (ESC); e controle de tração (TCS). Airbags laterais e de cortina e bancos em couro são opcionais.
+ EcoSport Freestyle 2.0 -- R$ 62.490
Mesmo conteúdo, mas com motor maior (e mais antigo).
+ EcoSport Titanium 2.0 -- R$ 70.190
Esta versão é para quem já experimentou um SUV maior e mais caro, mas decidiu (ou pode decidir) que bom mesmo é um SUV compacto cheio de coisinhas modernas. Para justificar o preço, inclui: grade cromada; rodas de liga aro 16" exclusivas; bancos em couro; airbags laterais e de cortina; ar-condicionado digital; sensores nos faróis, de chuva e no retrovisor.
- A única coisa no novo EcoSport que lembra o velho é o pedaço de janela na lateral traseira
TREM-DE-FORÇA
Os EcoSport 1.6 usam o propulsor Sigma, fabricado em Taubaté (SP) e estado-da-arte no segmento, ao menos entre carros fabricados no Brasil. A transmissão é manual, de cinco marchas. A potência é de 110/115 cavalos (gasolina/etanol), a 6.500/5.500 rpm; o torque, cuja curva é bastante homogênea a partir das 2.250 rpm, é de 15,7/15,9 kgfm (g/e), a 4.250/4.750 rpm.
Já os carros 2.0 têm o motor Duratec de 141/147 cv a 6.250 rpm e 18,9/19,6 kgfm a 4.250 rpm. O câmbio também é manual de cinco marchas. Todas as versões usam tração dianteira; uma variação 4x4 e a oferta de câmbio automático de seis marchas e embreagem dupla só virão no Salão do Automóvel, em outubro. Com esses itens, provavelmente teremos um EcoSport na vizinhança dos R$ 80 mil. Veja todas as fichas técnicas aqui.
IMPRESSÕES
Poucos carros foram tão "pré-lançados" quanto o novo EcoSport. Uma das razões para isso foi estreitar a vantagem cronológica da Renault com o Duster, lançado há nove meses com proposta semelhante à do jipinho pioneiro. Era preciso mostrar que a Ford estava se mexendo e que o novo EcoSport seria realidade em breve.
Por isso, não é mais novidade o visual ousado do modelo, uma espécie de hipertrofia do estilo Kinetic 2 (que pode ser visto em sua melhor forma no novo Fusion). As linhas ascendentes e os faróis afilados estão presentes -- são recursos para dar dinamismo ao EcoSport mesmo quando ele está parado. Mas ele é alto (1,69 metro) e curto (4,24 m, mesmo comprimento do Eco "velho"), e o estratagema é mais adequado a carros baixos e longos (como o já citado Fusion).
Na verdade, o EcoSport de produção é muito parecido com os conceitos e esculturas vistos antes. Em outras palavras, ele ainda parece um carro "artificial". No caso da unidade Freestyle 1.6 que UOL Carros experimentou, essa impressão foi reforçada pela cor de laranja da carroceria. Nada mais fake do que uma Fanta.
Atualização direto de Natal (RN), no domingo (5): em contato pessoal com dezenas de EcoSport no lançamento sul-americano do modelo, fica comprovado: essa cor laranja é um erro. O Eco fica muito mais interessante em branco, preto, prata e, principalmente, no cinza escuro que a Ford chama de cinza camburi.
A cabine do novo EcoSport é acolhedora e segue os traços de Focus (inclusive do vendido hoje no Brasil) e do New Fiesta, abandonando os círculos (até os instrumentos são oblongos) em favor de formas pontiagudas. O aspecto geral dos materiais (leia-se, plásticos) é bom, mas não há superfícies macias além dos apoios de braço nas portas dianteiras. Os comandos do ar-condicionado são meio confusos (para cessar o fluxo não adianta "zerar" o ventilador, que começa na velocidade 1) e o sistema interativo SYNC, infelizmente sem navegação por GPS, requer algum treino para ser bem usado; o pareamento do celular via bluetooth foi eficaz, e as entradas AUX e USB são bem-localizadas.
Os EcoSport 1.6 usam o propulsor Sigma, fabricado em Taubaté (SP) e estado-da-arte no segmento, ao menos entre carros fabricados no Brasil. A transmissão é manual, de cinco marchas. A potência é de 110/115 cavalos (gasolina/etanol), a 6.500/5.500 rpm; o torque, cuja curva é bastante homogênea a partir das 2.250 rpm, é de 15,7/15,9 kgfm (g/e), a 4.250/4.750 rpm.
Já os carros 2.0 têm o motor Duratec de 141/147 cv a 6.250 rpm e 18,9/19,6 kgfm a 4.250 rpm. O câmbio também é manual de cinco marchas. Todas as versões usam tração dianteira; uma variação 4x4 e a oferta de câmbio automático de seis marchas e embreagem dupla só virão no Salão do Automóvel, em outubro. Com esses itens, provavelmente teremos um EcoSport na vizinhança dos R$ 80 mil. Veja todas as fichas técnicas aqui.
IMPRESSÕES
Poucos carros foram tão "pré-lançados" quanto o novo EcoSport. Uma das razões para isso foi estreitar a vantagem cronológica da Renault com o Duster, lançado há nove meses com proposta semelhante à do jipinho pioneiro. Era preciso mostrar que a Ford estava se mexendo e que o novo EcoSport seria realidade em breve.
Por isso, não é mais novidade o visual ousado do modelo, uma espécie de hipertrofia do estilo Kinetic 2 (que pode ser visto em sua melhor forma no novo Fusion). As linhas ascendentes e os faróis afilados estão presentes -- são recursos para dar dinamismo ao EcoSport mesmo quando ele está parado. Mas ele é alto (1,69 metro) e curto (4,24 m, mesmo comprimento do Eco "velho"), e o estratagema é mais adequado a carros baixos e longos (como o já citado Fusion).
Na verdade, o EcoSport de produção é muito parecido com os conceitos e esculturas vistos antes. Em outras palavras, ele ainda parece um carro "artificial". No caso da unidade Freestyle 1.6 que UOL Carros experimentou, essa impressão foi reforçada pela cor de laranja da carroceria. Nada mais fake do que uma Fanta.
Atualização direto de Natal (RN), no domingo (5): em contato pessoal com dezenas de EcoSport no lançamento sul-americano do modelo, fica comprovado: essa cor laranja é um erro. O Eco fica muito mais interessante em branco, preto, prata e, principalmente, no cinza escuro que a Ford chama de cinza camburi.
A cabine do novo EcoSport é acolhedora e segue os traços de Focus (inclusive do vendido hoje no Brasil) e do New Fiesta, abandonando os círculos (até os instrumentos são oblongos) em favor de formas pontiagudas. O aspecto geral dos materiais (leia-se, plásticos) é bom, mas não há superfícies macias além dos apoios de braço nas portas dianteiras. Os comandos do ar-condicionado são meio confusos (para cessar o fluxo não adianta "zerar" o ventilador, que começa na velocidade 1) e o sistema interativo SYNC, infelizmente sem navegação por GPS, requer algum treino para ser bem usado; o pareamento do celular via bluetooth foi eficaz, e as entradas AUX e USB são bem-localizadas.
- Lanternas em forma de lâminas harmonizaram bem com o indefectível estepe externo
Ao volante, entende-se porque as mulheres gostam tanto de jipinhos e aventureiros urbanos. A posição de dirigir é elevada na medida certa para uma pessoa de 1,70 m sentir-se dona da rua, inclusive pera visibilidade exuberante. Volante e assento do motorista têm regulagens e completam o básico da boa ergonomia. Como sempre em carros de plataforma compacta, quatro adultos viajam com muito conforto; um terceiro passageiro no banco de trás pode gerar incômodo em viagens demoradas.
O porta-malas tem capacidade normal para esse tipo de veículo, cerca de 320 litros, que podem crescer com o rebatimento de assento e encosto traseiros. Se o estepe não fosse externo, além de apagar um suposto charme off-road do EcoSport a peça provavelmente seria um estorvo do lado de dentro. Ele é preso à porta traseira por um suporte rústico. O conjunto fica pesado e a tendência, com o tempo, é desalinhar a porta. De resto, pode ficar tranquilo: já não deve faltar ladrão projetando a segunda geração do furto de estepe de EcoSport.
RODANDO COM O ECO
Em movimento, o EcoSport surpreendeu logo de cara pela suavidade na rodagem. A suspensão elevada e de curso longo, com eixo de torção na traseira, é calibrada para fazer de conta que as ruas e estradas de São Paulo são cobertas de veludo -- parece exagero, mas poucos modelos apresentaram tanto equilíbrio entre firmeza, necessária em curvas e velocidades elevadas, e balanço, exigido para absorver impactos severos nas rodas. Esta versão do Eco conta ainda com os controles eletrônicos de estabilidade e tração, sempre bem-vindos num carro alto.
O porta-malas tem capacidade normal para esse tipo de veículo, cerca de 320 litros, que podem crescer com o rebatimento de assento e encosto traseiros. Se o estepe não fosse externo, além de apagar um suposto charme off-road do EcoSport a peça provavelmente seria um estorvo do lado de dentro. Ele é preso à porta traseira por um suporte rústico. O conjunto fica pesado e a tendência, com o tempo, é desalinhar a porta. De resto, pode ficar tranquilo: já não deve faltar ladrão projetando a segunda geração do furto de estepe de EcoSport.
RODANDO COM O ECO
Em movimento, o EcoSport surpreendeu logo de cara pela suavidade na rodagem. A suspensão elevada e de curso longo, com eixo de torção na traseira, é calibrada para fazer de conta que as ruas e estradas de São Paulo são cobertas de veludo -- parece exagero, mas poucos modelos apresentaram tanto equilíbrio entre firmeza, necessária em curvas e velocidades elevadas, e balanço, exigido para absorver impactos severos nas rodas. Esta versão do Eco conta ainda com os controles eletrônicos de estabilidade e tração, sempre bem-vindos num carro alto.
DETALHES DO NOVO ECOSPORT
- Painel de instrumentos tem iluminação agradável
- Maçaneta da porta traseira é embutida na lanterna
- Esta roda de aro 16" é exclusiva do Eco Freestyle
Embora a Ford ressalte um trabalho cuidadoso na aerodinâmica para obter coeficiente de arrasto 11% menor que a primeira geração (o valor citado de CX é 0,37), o vento frontal e o EcoSport não se dão bem. O resultado é um excesso de ruído (mais sobre o tema adiante) a partir do atrito do parabrisa, obviamente pior à medida que se acelera o jipinho.
O motor Sigma é entrosado com o câmbio de cinco marchas, este muito prazeroso de operar, e mostra-se adequado para o EcoSport, que pesa 1.243 kg. Mas é melhor ainda para os 1.145 kg do New Fiesta hatch. Esse 100 kg extras fazem diferença e pedem que o propulsor trabalhe acima dos 3.000 giros para manter uma velocidade de cruzeiro de 120 km/h, em via plana. Mais precisamente, a 3.250 giros.
A Ford anuncia 72 decibéis de ruído interno a essa velocidade, nível cientificamente tido como estressante. Se você tirar o pé até o velocímetro indicar 100 km/h, o Sigma agradecerá e trabalhará a 2.750 giros. Esses números foram obtidos com gasolina.
Por fim, é claro que o EcoSport não é um carro adequado para o off-road, mas a suspensão mostrou robustez em estradas de terra esburacadas e/ou cobertas de cascalho, e até em algumas brincadeiras em terrenos acidentados (daqueles que só adentramos quando o carro é de teste).
Ao todo, rodamos 705 km com o EcoSport Freestyle 1.6; foram 373 km com gasolina e 332 km com etanol. Em circuito 50% rodoviário, 25% urbano e 25% off-road, obtivemos consumo médio de 10,5 km/l e 9,2 km/l (g/e). Na parte final do teste, de cerca de 120 km e 100% nas ruas de São Paulo, a média com etanol foi de 7,4 km/l. São números bastante aceitáveis.
O motor Sigma é entrosado com o câmbio de cinco marchas, este muito prazeroso de operar, e mostra-se adequado para o EcoSport, que pesa 1.243 kg. Mas é melhor ainda para os 1.145 kg do New Fiesta hatch. Esse 100 kg extras fazem diferença e pedem que o propulsor trabalhe acima dos 3.000 giros para manter uma velocidade de cruzeiro de 120 km/h, em via plana. Mais precisamente, a 3.250 giros.
A Ford anuncia 72 decibéis de ruído interno a essa velocidade, nível cientificamente tido como estressante. Se você tirar o pé até o velocímetro indicar 100 km/h, o Sigma agradecerá e trabalhará a 2.750 giros. Esses números foram obtidos com gasolina.
Por fim, é claro que o EcoSport não é um carro adequado para o off-road, mas a suspensão mostrou robustez em estradas de terra esburacadas e/ou cobertas de cascalho, e até em algumas brincadeiras em terrenos acidentados (daqueles que só adentramos quando o carro é de teste).
Ao todo, rodamos 705 km com o EcoSport Freestyle 1.6; foram 373 km com gasolina e 332 km com etanol. Em circuito 50% rodoviário, 25% urbano e 25% off-road, obtivemos consumo médio de 10,5 km/l e 9,2 km/l (g/e). Na parte final do teste, de cerca de 120 km e 100% nas ruas de São Paulo, a média com etanol foi de 7,4 km/l. São números bastante aceitáveis.
FONTE: PORTAL UOL
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
terça-feira, 7 de agosto de 2012
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
sábado, 4 de agosto de 2012
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
Inmetro revela dados do novo EcoSport
A tabela 2012 do Programa Brasileiro de Etiquetagem, do Inmetro, que divulga dados de consumo e eficiência energética de veículos à venda no país, revelou informações importantes sobre a nova geração do EcoSport, da Ford. O jipinho, que deve estrear no mercado nacional na metade do segundo semestre deste ano, terá, segundo o Instituto Nacional de Metrologia, quatro versões equipadas com motor Sigma 1.6 16V Flex, o mesmo que equipa o New Fiesta. São elas, “S”, “SE”, “Freestyle” e “Titanium”, sendo a última a opção topo de linha. 
Ainda segundo a tabela, cuja publicação data de 13 de março de 201 versões terão ar-condicionado, direção elétrica e virão acopladas a um câmbio manual de cinco marchas. O programa de etiquetagem do Inmetro classifica os veículos de acordo com notas identificadas pelas letras A, B, C, D e E, sendo a letra A para o menor consumo de combustível e a E, para o maior. No caso do novo EcoSport, a graduação foi A. Ou seja, suas médias de consumo de acordo com padrões laboratoriais (norma NBR-7024), ajustados para simular condições comuns de utilização, foram as menores.A tabela do Inmetro aponta ainda que o SUV consegue rodar 7,0 quilômetros com 1 litro de etanol e atinge média de 10,2 km/l, com gasolina, em ciclo urbano; e 8,4 km/l, com etanol, e 12,2 km/l, com gasolina, em ciclo rodoviário. A título de comparação, o EcoSport de 1ª geração, foi classificado com a letra C. Equipado com o antigo motor RoCam de quatro cilindros 1.6 8V, o Eco faz 6,4 km/l, com etanol, e 9,1 km/l, com gasolina, na cidade; e 7,5 km/l, com o combustível vegetal, e 11,2 km/l, com o derivado do petróleo, na estrada. Os dados do relatório do Inmetro foram revelados na última sexta-feira (26),
Novo Ford EcoSport 2013
A Ford apresentou em janeiro o novo EcoSport 2013 no Salão do Automóvel de Nova Délhi, na Índia. O SUV será vendido em mais de 100 países e deverá chegar ao mercado brasileiro até o meio deste ano e será produzido na fábrica da montadora em Camaçari, na Bahia, onde é produzido o modelo anterior.
O EcoSport 2013 será montado na plataforma do New Fiesta, que traz o conceito “One Ford” no DNA, de globalização dos carros da montadora. Será equipado com a nova família de motores EcoBoost, com tecnologia de ponta, injeção direta de gasolina e turbocompressão, entregando potência similar a um motor 1.6 tradicional, com consumo 20% menor, segundo a fábrica.
Tecnologia do Novo Ford EcoSport 2013:
O novo EcoSport é um projeto global e será fabricado com materiais de melhor qualidade, seus itens de série devem evoluir. A suspensão continua sendo do tipo eixo de torção, simples, e a direção pode ser elétrica, mais leve e confortável. O sistema de entretenimento SYNC, provavelmente, estará no SUV, além de recursos como piloto automático e Bluetooth.
Segurança do Novo Ford EcoSport 2013:
O novo EcoSport 2013 estará, provavelmente, equipado com vários airbags de série, freios ABS e controle de estabilidade.
Design do Novo Ford EcoSport 2013:
O design do novo EcoSport 2013 segue o novo padrão estético da Ford, o Kinetic, ganhando linhas mais modernas, emotivas e angulares, está mais musculoso e com dimensões ampliadas, um projeto à frente da concorrência. A frente do SUV é volumosa, imponente e mais alta, apresentando linhas refinadas e elementos cromados, inclusive na moldura dos faróis de neblina. O estepe continua preso à tampa do porta-malas e está mais centralizado, a terceira janela destacada na traseira é menor e conectada ao vidro da tampa do porta-malas. As lanternas são dispostas em uma posição elevada e seus traços retos invadem a tampa traseira.
Câmbio do Novo Ford EcoSport 2013:
A transmissão automática deve evoluir, o EcoSport 2013 poderia utilizar o câmbio Powershift de seis marchas e dupla embreagem que equipa o New Fiesta nos Estados Unidos. No Brasil é utilizado o câmbio de quatro marchas.
Preço EcoSport 2013:
- EcoSport XLS 1.6 16V Sigma Flex 2013 – R$ 59.990
- EcoSport XLT 1.6 16V Sigma Flex 2013 – R$ 64.990
- EcoSport XLT 2.0 16V Duratec Flex 2013 – R$ 69.990
- EcoSport XLT 2.0 16V Duratec Flex automático 2013 – R$ 73.990
- EcoSport XLT 2.0 16V Duratec Flex 4×4 2013 – R$ 79.990
FONTE CARROSUSADOSBRASIL.COM.BR
Novo EcoSport estrela campanha na cobertura das Olimpíadas de Londres
O Novo EcoSport é o astro da campanha promovida pela Ford durante as Olimpíadas de Londres, que começam nesta sexta-feira e vão até 16 de agosto. A marca patrocina a cobertura dos jogos no canal oficial do portal Terra, um dos principais sites de notícias do País. A campanha tem como tema "Mais um brasileiro que ousou ir mais longe", destacando o fato de o Novo EcoSport ser o primeiro veículo global criado no Brasil.A ação faz parte da estratégia de divulgação do novo utilitário esportivo, que teve o programa de pré-venda lançado esse mês e esgotou em poucos dias as primeiras 2.500 unidades disponibilizadas no mercado. Na próxima semana, o veículo será apresentado oficialmente para a imprensa.
As novidades da campanha incluem uma "ola digital", formada por fotos dos internautas, e frases de incentivo aos atletas brasileiros criadas pelo público. As frases foram selecionadas na internet e transformadas em vídeo, que está sendo exibido na sala de embarque do Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, até o dia 7 de agosto.
"Estamos muito satisfeitos em patrocinar a transmissão de um dos maiores eventos esportivos do mundo no Terra, dando ao público brasileiro a possibilidade de acompanhar os jogos de uma forma interativa e flexível, com 36 canais simultâneos e tecnologias inovadoras", diz Maurício Greco, gerente de Comunicação de Marketing da Ford.
Fuso horário -A Ford escolheu o portal Terra por ser o único do Brasil a dispor de uma redação em Londres, com 220 profissionais, e oferecer várias possibilidades de conexão e interatividade. A Ford foi a primeira montadora a ter uma página no Facebook e também é a única a patrocinar a transmissão das Olimpíadas no Terra, apostando mais uma vez na mídia digital. Em 2012, a marca aumentou em 60% seus investimentos nessa área.
A transmissão online terá um papel importante nas Olimpíadas de Londres, tanto pela diferença de fuso horário (4 horas na frente do Brasil) como pela possibilidade de assistir aos jogos no horário mais conveniente, inclusive pelo celular. A expectativa do portal é atingir um público de 100 milhões de pessoas, incluindo a conexão com 15 milhões de celulares.
FONTE:
PORTAL BRASIL FATOR
domingo, 29 de julho de 2012
alguns fatos que marcaram a trajetória do ECO SPORT
2003 – Lançado em abril, inaugurou um novo segmento no mercado; 2004 – Lançamento da versão 4WD, com tração total inteligente e aparência externa diferenciada, ampliando os seus atributos off road;2005 – Foi o primeiro utilitário esportivo com motor flex, na versão 1.6 L. No final do mesmo ano, introduziu a versão FreeStyle, com itens de estilo personalizados. Lançada em edição limitada, fez tanto sucesso que foi sucessivamente reeditada até se tornar modelo de série, responsável por mais de 60% das vendas da linha;
2006 – Foi o primeiro do segmento a trazer sistema de áudio com conexão para iPod, USB e auxiliar frontal, além de integração Bluetooth para celular, que permite fazer e receber ligações, usar a agenda de contatos, receber mensagens, visualizar quem está ligando e ouvir músicas via “streaming”. O painel grande e exclusivo, fácil de operar, também contribui para inibir o furto;
2007 – Chegada do EcoSport Automático, com foco no conforto ao dirigir. No mesmo ano, a linha teve a primeira mudança abrangente de estilo;
2008 – Lançamento do motor Flex 2.0 L, outra inovação no segmento;
2009 – Introdução do economizador de bateria, que desliga as luzes internas após 10 minutos de inatividade, e alto-falantes de maior potência e qualidade de som;
2010 – Design e equipamentos renovados, incluindo painel, grade, faróis e o emblema EcoSport no capô, e introdução de 3 anos de garantia;
2011 – Lançamento do modelo 2012, com a inclusão de airbag e freios ABS no modelo FreeStyle 2.0 e os mesmos itens como opcionais no FreeStyle 1.6.
FONTE: Jalopnik
Um pouco de historia sobre o Eco Sport
História
É um dos principais representantes de um dos segmentos automotivos que mais cresceram no Brasil na última década, o de Aventureiros Urbanos, setor que deve início com a liberação dos automóveis importados em 1990 e que ganhou fôlego com a criação da linha Adventure pela Fiat em 1999.
Lançado em 2003, o Ford EcoSport foi baseado na segunda geração nacional do Fiesta, surgida um ano antes, e não tardou para virar febre nas ruas, vendendo 27.237 unidades em seus primeiros 12 meses.
Trunfos para isso não faltavam: tratava-se de um carro compacto, com estilo jovial, suspensão elevada e, o mais importante para os consumidores, preços acessivel se comparado aos SUVs importados. Para efeito comparativo, uma tabela de preço publicada na edição de Agosto de 2003 da Revista Quatro Rodas indica que a então versão topo-de-linha da EcoSport, XLT 2.0 16V, custava R$ 50 520,00. Uma Toyota RAV-4, com porte semelhante, custava mais do que o dobro: R$ 104 980,00.
Assim, as pessoas que sonhavam em ter um SUV e não tinham como partir para alguma opção importada encontravam na EcoSport uma forma de alimentar um pouco esse desejo.
O carro era oferecido com três opções de motorização (1.0, 1.6 e 2.0) e três de acabamento (XL, XLS e XLT), e em seus 8 anos de produção passou por diversas mudanças, tanto de estilo (novos faróis, lanternas e parachoques em 2008 e 2011), equipamentos (adoção de câmbio automático a partir de 2006) e inclusão de novas versões (Freestyle e 4WD), além de perder a motorização 1.0, considerada fraca pela mídia especializada e proprietários.
De acordo com levantamento realizado no dia 10 de abril de 2011 no site Best Cars, o indice de sastifação dos proprietários é bom, sendo aprovado por cerca de 85% dos proprietários, que apontam como principais pontos positivos o design, espaço interno e dirigibilidade.
Em contraponto às qualidades mencionadas pelos consumidores, ítens como consumo, painel de instrumentos e acabamento são considerados defeitos nos automóveis, principalmente nos fabricados até 2005, pois a partir desse ano houve uma série de melhorias que visaram a sanar os pontos fracos.
Mas trata-se de itens que não desmerecem o veículo, hoje consagrado tanto no mercado de novos quando de usados, onde pode ser encontrado a partir de R$ 22 mil, de acordo com pesquisa realizada no site WebMotors no dia 10 de abril de 2011, sendo que as versões com Air Bag, freios ABS e direção hidráulica não são dificeis de serem localizadas a preços acessíveis.
E agora ja é do conhecimento de todos a verão global do ECO SPORT totalmente renovado, Um carro que caiu no gosto dos brasileiros ganhou o mundo, as mudanças foram muitas principalmente visuais, logos todos vamos ver todas as gerações deste carro que faz parte da historia automobilística do nosso pais.
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